Em lágrimas que inudam a alma, a garota se veste dum sorriso surreal e encara a vida (ou a falta dela). Desenha tua sombra de mulher forte e temível. Se desenvolve mas não se envolve. Alala já não fala de si.
Se desconhece. Se habita em máscaras.
Seu olhar rude e andar de gata no cio combinados com um sorriso infantil a mantem distante dos homens, distantes das platonices juvenis.
Se deita. Se abre. Se contorce. Se fecha. Sorri. Se cala. E deseja a todo momento que tudo acabe. E só mais uma primeira vez. Alala não goza. Desconhece orgasmo... Alala se deita. Se abre. Se contorce. Se fecha. Sorri. Se cala. E deseja a todo momento que se acabe.
Não deseja, não ama. Estuda a paixão com frieza.
Alala é apenas escombros.
Não se esconde.
Apenas não sabe onde esta.
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