Mais uma vez me encontro aqui perdida, sozinha e solitária.
Nada faz sentido, nem brilho, nem sabor.
Apenas tenho sobre mim o peso do mundo. Ou melhor,
de vários mundos.
Não tenho mais força para manter-me em pé.
Na verdade, não tenho mais forças para chorar
ou mesmo pedir ajuda. E como preciso de ajuda.
Estou saindo daqui, dessa mente,
desse corpo. Anseio o voo dos pardais,
livres com toda a sua excentricidade.
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