Quando o inverno chegar



Sentir teu gosto,
tua barba em meu corpo, 
teus beijos acalmando meus delírios.
Perco em teus cabelos a esconder-me de tudo aquilo que medra.
Teus braços a embalar um corpo triste para a felicidade.
E quando sorrir, minhas escala rítmica extrapola.

Ah, sentir teu coração pulsar quando me tens...

E então, me chame. 
Esqueça meu atordoamento.
Tudo o que fiz foi não viver o amanhã do ontem presente.
Venha, me dome! Selvagem te desejo,
Timidamente te arranho.
GIRE MINHA MENTE!
Esvazie-me!
Tonteie-me!
Voa comigo, babyboo?

Se sabe o que acontece, não me conte.
Apenas me dê ar.

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