Não me exista, amor

Sutilmente, te peço para viver.
"Adeus!"

Como as águas que correm no mesmo lugar
sou eu a esperar pelo teu gosto amargo...
Deves ter a doçura dos querubins da "Vênus"!
Percebe?! Teu jeito de amar me faz existir.
E existir não é o suficiente.

Percebe?! Minhas asas querem ser queimadas pelo Sol.
Meu rosto anceia ser queimada pela brisa quando eu cair.
Meu corpo pede para ser aninhado pelo mar...
Minha mente quer se perder para sempre.
E eu, só quero morrer de amor!

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