Esta um barulho infernal aqui.
Peço um pouco de silêncio e,
Peço um pouco de silêncio e,
sem nenhuma surpresa,
percebo que o burburinho esta em minha mente.
Escrevo, leio, danço, canto, grito, choro, sorrio...
Escrevo, leio, danço, canto, grito, choro, sorrio...
E nada acontece... Minto!
Acontece sim: desespero aumenta.
Creio estar louca,
ouço vozes infantis, mas que escondem sabedoria,
a ninarem-me, me torno pequenina numa grnadeza irrevogavél.
Estou sozinha em casa.
Sinto olhares curiosos a me perseguirem aonde que eu eu vá.
Estou sozinha em casa.
Sinto olhares curiosos a me perseguirem aonde que eu eu vá.
Estou no limite.
Não consigo mais sozinha!
Não consigo mais sozinha!
É muito para mim.
Mas porque as vozes me desmentem?
Sei que minha esxistência a cada dia,
Sei que minha esxistência a cada dia,
como um grito que morre na garganta,
esta pífiamente minguando-se.
Peço socorro. Mas a quem?
A voz não sai.
Peço socorro. Mas a quem?
A voz não sai.
Recorro ao olhar, mas ninguém me vê.
Escrevo, mas quem me leria?
As lágrimas e a cólera rompem em minha alma.
Estou enlouquecendo e
As lágrimas e a cólera rompem em minha alma.
Estou enlouquecendo e
não tenho ninguém que me visite no sanátorio "Vida".
Quem me visitará aos domingos?
Quem, cairá sobre mim, olhares de piedade?
Sem razão para continuar, continuo.
Sem razão para continuar, continuo.
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