Esta demasiadamente silêncioso por aqui.
Já não ouço aqueles velhos fantamas e, consequentemente, não te ouço mais.
Lutamos tanto para que isso não acontecesse,
mas afinal, a dor faz parte da vida
(ou a vida faz parte da dor?!)
Tomo agora, consciência do presente.
Apenas.
E, por mais contraditório que seja, estou em paz.
Ou melhor, sou a paz.
Este silêncio, que muito incomodou minha existência,
me faz ver, hoje, não apenas contemplar o belo, mas ser o belo,
sem receios, sem ressalvas, sem medo.
Por fim, entendo que o silêncio não significa necessariamente estar na solidão,
assim como sozinho é antônimo de solitário.
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